Inventário de riscos por ambiente e função

    O PGR como ele deveria ser: montado uma vez, atualizado sem retrabalho

    Ambientes, funções, riscos, EPI, EPC, exames e conformidades em um único inventário estruturado. Do mesmo levantamento saem PCMSO, LTP, LTCAT, AEP e plano de ação — sem refazer o trabalho de campo nem redigitar a mesma informação em cada documento.

    O PGR não é um documento, é um processo

    O PGR substituiu o antigo PPRA como o programa que materializa o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais da NR-1. Na prática de quem monta o programa, o problema raramente é entender a norma — é manter um inventário grande, com muitos ambientes e funções, consistente ano após ano, sem redigitar tudo e sem perder o vencimento de vista.

    O sistema trata o PGR como um inventário estruturado, não como um arquivo de texto. Cada ambiente, função, risco e conformidade é um registro vinculado aos demais — o que significa que uma mudança em um ambiente se propaga para quem está exposto a ele, em vez de exigir uma edição manual espalhada pelo documento inteiro.

    Como o inventário de riscos é montado

    A hierarquia segue a lógica de quem faz a inspeção: primeiro o lugar, depois quem está nele, depois o que pode acontecer.

    Ambientes de trabalho

    Cada ambiente é caracterizado fisicamente — pé-direito, piso, parede, cobertura, forro, ventilação e iluminação — e pode ser agrupado por área para organizar o programa em empresas com várias unidades ou setores.

    Funções, diretas e indiretas

    As funções expostas a cada ambiente são vinculadas a ele, distinguindo exposição direta de indireta — a base para os exames ocupacionais que o PCMSO vai exigir de cada uma.

    Atividades, riscos e medidas

    Por função, ficam registradas as atividades, os riscos aos quais ela está exposta, o EPI e o EPC aplicáveis, os exames pertinentes e as conformidades levantadas em campo.

    Agente, fonte e medição

    Cada risco carrega o agente, a fonte geradora e as medições quantitativas correspondentes, com os instrumentos de medição utilizados registrados no próprio programa.

    Uma conformidade vinculada a uma função herda automaticamente o risco e o agente correspondentes — não é preciso redigitar a relação entre eles em cada item do checklist.

    Um levantamento, vários documentos

    O inventário não serve só ao PGR. Ambientes, funções, riscos, agentes e medições são a mesma base de que os outros documentos precisam — então eles são emitidos a partir dela, sem refazer o levantamento de campo nem redigitar a mesma informação em cada laudo.

    PGR

    Programa de Gerenciamento de Riscos

    O programa completo e o documento base do GRO, com a identificação de perigos, a avaliação dos riscos e as medidas de controle por ambiente e função.

    Plano de ação

    Inventário de riscos em planilha

    O plano de ação exigido pela NR-1 sai em Excel, pronto para acompanhar prazos e responsáveis fora do sistema quando o cliente pede a planilha.

    PCMSO

    Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

    Gerado a partir dos riscos por função já levantados no PGR, com o relatório analítico anual que a NR-7 exige do médico coordenador.

    Anexo 1

    Quadro de exames por função

    O quadro que liga função, risco e exame ocupacional — com ou sem agrupamento — e a versão de adendo, quando o programa é complementar.

    LTP

    Laudo Técnico de Periculosidade

    Caracterização das atividades periculosas com base nas funções, atividades e agentes já registrados no inventário.

    LTCAT

    Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho

    As medições quantitativas e os agentes nocivos do inventário viram o laudo que fundamenta a aposentadoria especial, sem novo levantamento de campo.

    AEP

    Avaliação Ergonômica Preliminar

    A avaliação ergonômica prevista na NR-17, aproveitando ambientes, funções e atividades que já estão descritos no programa.

    Checklist NR

    Relatório de conformidades

    O checklist de Normas Regulamentadoras impresso com o que está conforme e o que ficou pendente, com as medidas de controle já redigidas.

    Todos saem da tela de impressões do próprio programa, já filtrados pela empresa e pelo período em que você está trabalhando — inclusive na versão de adendo, quando o programa é complementar a um anterior.

    Conformidade com as NRs sem redigitar

    O checklist de Normas Regulamentadoras é onde a maior parte do tempo de elaboração costuma ir embora. No sistema, marcar um item do checklist já gera a conformidade ou a não conformidade e redige a medida de controle correspondente — "Manter…" quando o item está conforme, "Providenciar…" quando não está — padronizando a linguagem técnica em vez de deixá-la a critério de quem digitou naquele dia. Há suporte específico para conformidades de EPI ligadas à NR-6.

    Cada item de conformidade aceita evidência fotográfica, comentário e avaliação de eficácia, e o acompanhamento é feito mês a mês, ao longo dos doze meses do ano, com registro de desvios. Na tela, as não conformidades ficam destacadas visualmente — útil para uma leitura rápida durante uma auditoria de campo, sem precisar vasculhar o documento inteiro procurando o que está pendente.

    Os fatores de risco psicossocial exigidos pela NR-1 entram no mesmo inventário de riscos, junto aos agentes físicos, químicos, biológicos e ergonômicos. Entenda o que a NR-1 exige sobre riscos psicossociais

    Prazo e revisão sob controle

    Validade calculada, não controlada de cabeça

    O sistema calcula e controla a validade do programa a partir da data de elaboração — sem planilha paralela e sem depender de alguém lembrar do prazo.

    Renovação por cópia, não por reescrita

    O programa do ano anterior pode ser duplicado e revisado, em vez de refeito do zero a cada ciclo.

    Concluído fica travado

    Um programa concluído fica em somente leitura. Toda mudança de situação é registrada com autor e data, preservando o histórico como trilha de auditoria.

    Exportação com os filtros que importam

    Exportação para Excel filtrando por empresa, situação, tipo de programa, profissional responsável e período.

    O PGR alimenta o PCMSO

    A parte do trabalho que normalmente consome mais tempo entre programas — traduzir os riscos levantados no PGR em rotina de exames ocupacionais do PCMSO — deixa de ser manual. Os riscos registrados por função no inventário geram automaticamente os exames obrigatórios daquela função e alimentam o texto de aptidão do ASO.

    Os dados do programa também alimentam o evento S-2240 do eSocial, referente às condições ambientais e aos agentes nocivos identificados — outra etapa que normalmente exige reunir informação espalhada entre PGR, PCMSO e a folha de cada trabalhador.

    Na hora da fiscalização

    Numa auditoria de campo, o que costuma faltar não é conhecimento técnico — é conseguir mostrar, rápido, que o risco foi identificado, tratado e acompanhado.

    • Não conformidades destacadas visualmente na tela, para leitura imediata durante a visita
    • Medida de controle já redigida a partir do checklist, sem depender de memória de quem elaborou o programa
    • Exames do PCMSO rastreáveis até o risco por função que os originou no PGR
    • Histórico de mudanças de situação com autor e data, servindo de trilha de auditoria do próprio programa

    Perguntas frequentes sobre o PGR

    Conteúdo informativo, elaborado com base na redação vigente da NR-1. Não substitui orientação jurídica ou a avaliação de profissional habilitado em segurança e saúde do trabalho.

    Veja o PGR do SMT Sistema com seus próprios ambientes e funções

    Uma demonstração mostra o inventário, o checklist de NRs e a emissão dos documentos — PCMSO, LTP, LTCAT, AEP e plano de ação — com um caso próximo da sua realidade.

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